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11.12.10

Remédio para coração e como curar a ressaca


Achei o remédio para todos os males da sociedade moderna (futilmente falando).
Chegou acabado do trabalho? Seu amigo está chorando as pitangas no seu ombro porque a namorada leu o post de como dar um fora e ele está arrasado e sozinho? Está em pleno inferno astral e deprê por que a idade está chegando? E claro, além disso tudo resolveu encher a cara e aquela ressaca absurda está fazendo a sua cabeça parecer um circo de ratinhos saltadores?
É só tomar ou oferecer aos amigos se for o caso, uma dose destes remédios abaixo.




o Kit Contém um livreto, curativos, um pingente, cartões de afirmações, uma pulseira e um pingente. Tudo isso nessa latinha fofa. Mais aqui.

19.11.10

Old Style



Para promover o site Sicilia Fashion Village, eles fizeram um video e um editorial de moda com os looks dos moradores locais da Sicília. O resultado sao estes modelitos completamente originais... Isso e o que eu chamo de vintage.
Muito, bom... adorei!









17.11.10

Desperdício descarado


Hoje, durante o meu café da manhã não me contive e tive que bancar a eco-chata. Aliás eu odeio este termo... Não banquei a eco-chata não, banquei a cidadã consciente que todos deveriam ser.
Já cansei de ser chamada de chata pelos meus próprios amigos por causa das minhas reclamações ambientais e olha que pego super leve, simplesmente porque não quero causar.
Hoje, comecei um protesto contra o posto Ipiranga da Av. Pompéia.
Lá é o maior centro de serviços daqui do bairro, tem tudo, tudo mesmo e obviamente acabo indo com freqüência lá. A loja de conveniência tem até restaurante e ela é do dono do posto. Os outros serviços são lojinhas alugadas, então o meu protesto é contra o dono do posto. Não consumirei nada lá, nem no posto até que ele apague aquelas malditas luzes. E olha que isso significa que vou ter que dar uma volta imensa para colocar gasolina (tudo bem, porque não tenho mais carro e não terei nunca mais), terei que andar mais para tomar café da manhã ou para comprar qualquer coisa que tinha o hábito de comprar lá. Inclusive proibi meu marido de comprar cigarro lá (aliás, é o segundo estabelecimento das redondezas que protestamos com a nossa ausência, rs. Não sei aonde ele vai comprar cigarro agora, mas tudo bem também, porque quero mais que ele pare de fumar).
Enfim... Porque todo este alarde? Porque o filho da mãe deixa inúmeras lâmpadas ligadas mesmo de frente para uma vidraçaria enorme. A loja é extremamente iluminada por luz natural, tem até plantas que precisam de luz lá dentro que vivem numa boa e porque, às dez da manhã, com aquele janelão, eles deixam tantas lâmpadas ligadas? Já não bastam os letreiros luminosos internos, ar condicionado, televisões, geladeiras e uma infinidade de coisas ligadas lá dentro?
Pois bem... Chamei a gerente e veio a supervisora. Ela não soube me responder por que tantas lâmpadas ligadas e disse que não poderia desligar. Veio então a gerente, que também não soube me responder e não poderia "estar desligando" as malditas lâmpadas. E ainda colocou culpa nas pessoas que usam lap top (o que isso tem a ver, não me pergunte, porque ela também não soube me responder). Falei para ela do meu protesto e disse que não consumiria mais lá até que as lâmpadas fossem desligadas. E perguntei como poderia fazer uma reclamação formal diretamente ao Sr. Artur, dono da loja e do posto em questão. Ela me disse, pela caixa de sugestões. Segundo ela, o Sr. Artur lê diariamente as sugestões e responde uma a uma.
Eis o que fiz... Munida de quatro folhinhas de sugestões, fiz minha reclamação, demonstrei o quanto me sentia lesada pelo comportamento dele, questionei quais eram os outros desperdícios que não eram vistos e contei sobre o meu protesto e pedi obviamente uma reposta.
Vamos ver se o Sr. Artur realmente lê as sugestões dos clientes.
Estou me segurando para não ficar aliá na porta deles panfletando sobre este assunto para todos os clientes do posto. Vamos ver qual será a resposta e onde isto vai dar. Estou realmente com vontade de causar algum barulho e de apagar aquelas lâmpadas.
Isso é meu dever. Não só meu, de todos. Falta isto para o brasileiro, saber protestar, reclamar, correr atrás dos direitos e principalmente não fazer o papel de trouxa como é de costume. Eu realmente me senti lesada com tamanho desperdício e com cara de palhaça por que o Sr. Artur nem ao menos tenta esconder tamanho desrespeito. É assim, na cara dura, na frente de todos, te chamando de idiota. Imagina o que ele não faz por trás.
Portanto, moradores da região, não consumam mais nada lá até que estas lâmpadas sejam apagadas. É o mínimo que cada um pode fazer. E no seu bairro, nos lugares que você freqüenta, está tudo certo ou tem alguma coisa a ser reclamada? Não passe de idiota, reclame, questione, proteste. É sua obrigação e o melhor é que ainda podemos colher os frutos e ter uma comunidade um tantinho melhor.

11.11.10

Face your pocket



O que os seus bolsos e bolsas dizem sobre você? Muito, pode ter certeza!
O que você carrega ou deixa de carregar é o que você é. Se você não é organizada, certamente não terá uma agenda na sua bolsa.
A foto acima faz parte do projeto Face your Pocket e é o que eu tinha na minha bolsa no dia que fiz.
Dois caderninhos que eu uso ara escrever e desenhar, bilhetes das pessoas que mais amo, minha câmera inseparável, meu ipod, chicletes, protetor solar, pedrinhas para dar sorte, uma rolha (sempre fico com as rolhas para a minha coleção!) e outras coisinhas mais.
Quando eu achei a rolha achei engraçado e depois percebi que sempre tenho uma ou duas na minha bolsa. É aquela coisa... Um vinho aqui, outro ali.. e como sou meio desencanada, elas vão se acumulando até chegarem no seu devido lugar. Os caderninhos a mesma coisa... Adoro eles! Não servem somente para tomar notas, mas principalmente são uma ótima compania. Anoto idéias, escrevo algumas coisas, desenho outras, faço listas... São a extensão da minha mente.
Acho que tudo o que você tem ao seu entorno fala um pouco de você. Lembro uma vez de um amigo de colégio fuçar o lixinho do meu carro para tentar descobrir alguma coisa sobre mim, rs. Japa louco!
Mas é assim... Você pode jurar que parou de fumar, mas o que explica aquele isqueiro na bolsa hein? E um colírio, hã,hã? Nossas coisas nos entregam!
E você? O que carrega sempre com você?
E esta pergunta que os estudantes russos Timur Akhmetov e Yulia Yakushova fizeram ao mundo ao começarem o projeto Face your pocket. Você tira tudo o que tiver nos bolsos, coloca no scaner e digitaliza. Depois envia para eles por e-mail. O resultado é interessantíssimo, veja aqui!
Isso não é novo, na verdade já faz algum tempo que eu me "scaneei", mas... o projeto continua bacana mesmo sem ser novidade.


7.7.09

Slow Down Now!

Confesso que para mim é difícil diminuir o ritmo e dar um tempo nesta vida atribulada, mesmo porque parece que cada vez mais temos mais o que fazer... Porém parece que está na hora de darmos uma parada neste ritmo frenético que nos acompanha e que urge cada vez mais impaciente.

Não é fazer menos, é fazer melhor e mais bem feitos. Fazer uma coisa de cada vez para que ela saia melhor.

Isso é o que propões o Slow Down, um movimento que vem tomando força e promete crescer e ocupar o seu espaço cada dia mais assim como o Slow Food, que na minha opinião, um complementa o outro.

Já sou adepta, agora é só colocar cada dia mais em prática estas idéias... Para mim o melhor de tudo é a hora do chá... Delícia hein!

Veja o manifesto.. é muito óbvio que precisamos dar um tempo e fazer as coisas mais bem feitas. Economizando tempo perdido, energia e combustível...

Slow Manifesto

There are those who urge us to speed. We resist!

We shall not flag or fail. We shall slow down in the office, and on the roads. We shall slow down with growing confidence when all those around us are in a shrill state of hyperactivity (signifying nothing). We shall defend our state of calm, whatever the cost may be. We shall slow down in the fields and in the streets, we shall slow down in the hills, we shall never surrender!


If you can slow down when all around you are speeding up, then you're one of us. Be proud that you are one of us and not one of them. For they are fast, and we are slow. If a thing is worth doing, it is worth doing slowly. Some are born to slowness—others have it thrust upon them. And still others know that lying in bed with a morning cup of tea is the supreme state for mankind.



19.6.09

Made in Italy

Ganhei este livro de aniversário esta semana. Poderia dizer que é um livro de culinária, mas não vou, porque não é apenas isto.

É um livro para quem gosta de cozinhar, mas principalmente para os adeptos do movimento Slow Food que, diga-se de passagem, sou fã. Sem falar que também é um livro feito para os adeptos do life style italiano de ser...
É também para quem é apaixonado por comida, porque na verdade, ser apaixonado por comida é uma coisa que obrigatoriamente deveria ser os requisitos de todos os itens que coloquei acima.
Porque não dá para dizer que ama comida sem ser fã do Slow Food mesmo sem conhecer o movimento e não se pode amar comida e ignorar a forma como os italianos lidam com a comida.
Para eles (italianos) a relação com a comida é muito maior do que apenas comer e preparar a comida. É lembrar que comer vai além das nossas necessidades básicas para sobreviver, para eles alimentar alguém é também uma forma de dizer sejam bem-vindos, de agradecer e de compartilhar um pouco de si através da comida. É o prazer de dividir e compartilhar com os outros. É também um resgate à infância e ás raízes da família e do próprio povo quando se lembram das mamas ao fogão quando eram apenas guris.
É tudo isso e mais um pouco que poderia passar horas aqui escrevendo sobre... Mas é melhor comprar o livro para saber mais do que estou falando ou se aprofundar nisso de diversas outras formas, pois também é muito mais uma questão de feeling do que eu ficar aqui tentando explicar o que é isto.
O livro se trata disto e obviamente traz diversas receitas, muitas, muitas mesmo em suas 622 páginas que expressa direitinho o que o título do livro sugere.
Vale muito a pena, não só o livro, mas todo este conceito porque na verdade, quando você começa a buscar por este tipo de coisa não se trama mais de culinária apenas é uma questão maior que acaba tomando conta de toda a sua vida, como tomou da minha.

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